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Domingo, 14 Junho 2020 17:06

O que é furo de orelha humanizado?

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O furo de orelha humanizado é uma técnica que combina diversas ações para um procedimento sem traumas para o recém-nascido. São utilizadas técnicas de acupuntura e pomada anestésica para garantir um procedimento seguro e no tempo da sua bebê, além disso, os brincos devem ser esterilizados e antialérgicos.

Muitas mamães temem o momento de furar a orelha da bebê com medo de verem a sua filha sofrer.

Um medo justificável, pois até pouco tempo atrás as crianças já saíam do hospital ou da maternidade de orelha furada ou eram levadas até uma farmácia que fura orelha para realizarem o procedimento e as lembranças não eram nada boas.

As pistolas das farmácias faziam a perfuração através da força bruta e a dor e o choro das bebês eram muito comuns. Além disso, a pistola emitia um som muito alto que assustava e gerava um incômodo as recém-nascidas, pois elas possuem o ouvido muito sensível, o que fez com que muitos fonoaudiólogos também condenassem o seu uso.

Tratava-se de um momento traumático e desnecessário que ficou no passado.

Hoje, não faz o menor sentido correr riscos de contaminações, inflamações ou de um furo mal feito e torto na orelha da sua bebê, pois existem profissionais capacitadas e especialistas em colocação de brinco na orelhinha de recém-nascidas, bebês e crianças.

São técnicas de enfermagem e enfermeiras que conseguem combinar várias técnicas para realizar este procedimento de forma humanizada.

Qual a melhor idade para furar a orelha do bebê?

Muitas mamães perguntam: Quando posso furar a orelha da bebê? A recomendação da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) é de fazer o primeiro furo quando a bebê já completou dois meses, período que coincide com a realização da primeira dose da vacina antitetânica. No cartão de vacina estará escrito “pentavalente”.

Muitos pediatras liberam antes desse período, então é sempre bom consultá-lo para tomar a melhor decisão.

Recomendamos que o procedimento não seja feito antes dos 15 dias de vida, pois as recém-nascidas ainda estão adquirindo anticorpos e o lóbulo da orelhinha ainda está se formando.

Como furar orelha de bebê?

O furo humanizado é com certeza a melhor opção para os pais que se recusam a ver sua bebê passar por um momento traumático, pois somente ele é capaz de garantir um procedimento seguro e higiênico. Ele pode ser realizado com duas técnicas: body piercing ou com aplicador descartável.

Ambas as técnicas são seguras, desde que algumas medidas sejam tomadas.

O uso tópico de pomada anestésica adequada para recém-nascidos garantem uma redução significativa da sensibilidade da pele e possibilitam que muitos bebês não sintam nenhum incômodo na hora do furo.

Para o alívio das dores também é aplicada a “teoria do portão da dor”.

Trata-se da utilização de um dispositivo que emite vibrações de alta freqüência que é encostado na bebê na hora da realização do procedimento. Vários estudos clínicos demonstram que ele é capaz de inibir a transmissão de impulsos nervosos e desestimular as fibras que levam a informação de dor ao cérebro.

A medicina chinesa contribui com o conhecimento da acupuntura e o emprego de técnicas de auriculoterapia que conseguem mapear a orelha e assegurar que o furo será feito no ponto neutro, ou seja, no ponto da orelha menos enervado (menos sujeito a dor) e que não corresponde a nenhum órgão vital.

Além de todas essas medidas, o respeito ao tempo da bebê é essencial para o furo de orelha humanizado. Nada de segurar a cabeça ou forçar uma barra. As bebês podem ganhar seu primeiro brinco enquanto estão dormindo, mamando ou assistindo a um desenho animado, sem nenhum trauma causado pelo procedimento.

Você pode conferir AQUI os 3 PRINCIPAIS CUIDADOS que você deve ter antes de furar a orelha da bebê.

 

Qual o melhor brinco para furar a orelha de bebê?

 Os bebês têm a pele muito sensível, o que pode resultar em alergias se não for utilizado o brinco correto. A presença de níquel na composição é a causa principal do aparecimento de alergias. Por isso, o primeiro brinquinho deve ser ouro puro (24k) ou aço cirúrgico e tarraxa fina.

Na RioCare Moms trabalhamos com brincos STUDEX, importados dos EUA, feitos em aço cirúrgico, 100% antialérgicos, esterilizados e folheados a ouro 24k. Os brincos vem junto aos aplicadores descartáveis em sistemas fechados e de uso único o que garante maios segurança, eficiência e higiene na hora da colocação.

Onde furar orelha de bebê? 

Este procedimento pode ser realizado na própria residência ou em uma clínica especializada em furar orelha de bebê. A RioCare Moms atende em todo o Rio de Janeiro e conta com três endereços físicos em Copacabana, na Tijuca e no Shopping Nova América onde realizamos o furo humanizado.

Para esclarecer dúvidas ou agendar o seu procedimento é só clicar AQUI  ou enviar um whatsapp para o (21) 98498-9839 e marcar a colocação de brinco no bebê.

Infelizmente muitas mamães acabam tendo problemas ao furar a orelha da sua princesa em farmácias:

  • Furo mal centralizado;
  • Diâmetro do buraco muito largo;
  • Dores durante o procedimento devido ao uso de pistolas
  • Inflamações posteriores ao procedimento.

A maior parte desses problemas poderia ser EVITADO se as mamães tomassem TRÊS cuidados antes de furar a orelhinha da sua bebê: 

1. CERTIFIQUE-SE DO PONTO EXATO DO FURO

O conhecimento de técnicas de auriculoterapia são essenciais para que o profissional não realize o furo no lugar errado.

O ponto neutro de acupuntura pode ser encontrado através de um localizador EL11, garantindo que o furo não irá atingir nenhum ponto de acupuntura da orelha de sua princesa.

É fundamental que o ponto exato seja marcado antes da realização do furo. 

 

2. VERIFIQUE SE O PROFISSIONAL SEGUE TODOS OS PROTOCOLOS DE HIGIENE E DE SEGURANÇA

A pomada anestésica é a medida número um para garantir que o furo seja feito de maneira humanizada, pois é ela que garante que o procedimento será indolor para a sua bebê.

É imprescindível que seja aguardado o tempo de ação necessário para que a anestesia faça efeito que é de cerca de meia hora.

Somente após este tempo é que o furo pode ser feito.

O uso de toucas e luvas são essenciais para evitar complicações posteriores. 

 

3. CONFIRA A QUALIDADE E A ORIGEM DO BRINCO QUE SERÁ UTILIZADO

 Os brincos utilizados devem ser esterilizados e devem vir em sistemas fechados e de uso único.

Os materiais que devem ser utilizados são o aço cirúrgico ou o ouro que evite inflamações posteriores.

Algumas mamães gostam de usar brincos que foram recebidos de presente. MUITO CUIDADO! É importante verificar a origem e a certificação desses brincos para que tudo ocorra bem.

Na RioCare Moms nós utilizamos os brincos da Studex feito em aço cirúrgico e folheado a ouro 24 K.

 

A opção pelo Furo de Orelha Humanizado pode literalmente SALVAR você e a sua filha de ter complicações.

 

Para mais informações ligue para 21 99610-2147 ou 21 98498-9839 e saiba mais sobre o nosso serviço de FURO DE ORELHA HUMANIZADO 

Ou então acesse o nossa página e saiba mais.

O que vou escrever agora pode literalmente salvar você de cometer o que eu considero maior erro ao contratar cuidadores de idosos.

Antes de detalhar o erro, é importante dizer que geralmente as pessoas seguem dois caminhos quando percebem que seus parentes necessitam de um acompanhamento de um cuidador de idosos.

O primeiro caminho é o que a maioria tem seguido. São pessoas que pedem ajuda a algum familiar ou procuram alguma mão de obra de desconhecidos para colocar dentro de sua casa.

O segundo caminho é o de pessoas que buscam soluções diferenciadas e querem garantir como em qualquer outro serviço, o melhor profissional para o seu familiar acamado, doente ou com dificuldades e para isso fazem orçamento com diversas empresas de home care e cuidados com idosos.

Eu preciso que você preste atenção no que eu vou te explicar agora.

A diferença entre esses dois grupos de pessoas que seguiram caminhos tão diferentes é simples.

Ambos amam seus familiares que necessitam de amparo e buscam o melhor para eles, mas enquanto os que optaram pelo primeiro caminho, deixaram o serviço na mão de amadores, o segundo grupo foi em busca de profissionais qualificados.

O maior erro que você pode cometer ao contratar cuidadores de idosos para o seu ente querido é não avaliar a qualificação e a experiência desse profissional.

Agora que você já sabe o maior erro que você não pode cometer ao contratar cuidadores de idosos, você pode conferir os 7 principais deveres e um diferencial que todo cuidador de idoso deve ter.

Se quiser mais informações, entre em contato pelo nosso Whatsapp ou clique no campo Orçamento e saiba mais sobre os cuidadores da RioCare.

 

https://www.youtube.com/watch?v=5R0pDxFnkOc

Sexta, 13 Setembro 2019 00:53

Alimentação pode ser aliada no pós-operatório

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O ambiente hospitalar passa longe de ser o preferido da maioria das pessoas.

Estar em um hospital, geralmente, significa que alguma coisa na sua saúde deveria estar melhor.

Mais do que consultas, é lá também que as cirurgias são feitas e podem debilitar os pacientes por alguns dias.

Mesmo que às vezes seja necessária para a melhora do enfermo, uma cirurgia dificilmente é vista com bons olhos.

É comum que quanto mais o tempo passe, mais visitas ao hospital sejam necessárias.

É claro que essa não é uma regra. Mas à medida que a juventude se esvai, a saúde tende a ficar mais frágil e os riscos da internação hospitalar ficam mais evidentes.

Na terceira idade, as quedas e as doenças cardiovasculares são comuns e acabam sendo as principais razões para procedimentos cirúrgicos.

A recuperação, como sabemos, pode ser mais demorada.

Ainda que ninguém espere ou deseje passar por esse momento, é preciso estar preparado.

Além dos tradicionais cuidados médicos, há alguns cuidados que podemos ter em casa mesmo.

Um deles é prestar atenção na alimentação do idoso que acabou de fazer uma cirurgia.

Uma alimentação adequada pode ser uma grande aliada na hora da recuperação.

Para isso, listamos alguns alimentos que ajudam nesse processo.

Refeição para o pós-operatório

Logo depois da cirurgia, o indicado é uma sopa de legumes.

É preciso que ela seja líquida, podendo ser ingerida até mesmo de canudinho.

Recomenda-se também que seja batida no liquidificador, com um fio de azeite.

Depois de o paciente já estar menos enjoado, a preferência é uma alimentação leve, com vegetais cozidos.

Vitamina K

O brócolis, assim como o espinafre, é rico em vitamina K.

Isso quer dizer que são ótimos para coagulação e por isso facilitam a cicatrização.

Vale lembrar que esses vegetais precisam estar sempre presentes na dieta de uma pessoa idosa, não apenas depois de uma cirurgia.

Os vegetais de cor verde escura ajudam a prevenir e combater problemas com a memória.

Também são uma ótima fonte de cálcio, evitando problemas com osteoporose e osteopenia.

Ômega 3

Outro grupo de alimentos cuja recomendação é que esteja sempre presente. Mas no pós-cirúrgico é indispensável.

Sardinha, salmão, atum ou sementes de chia, todos eles ajudam no processo de recuperação depois da cirurgia.

Isso porque reduzem a inflamação, facilitando a cicatrização.

Sem contar que são anti-inflamatórios e por isso auxiliam no tratamento de doenças como diabetes, dislipidemias, artrites e esteatose.

Recomenda-se um 1 filé médio de um peixe rico em ômega 3, uma a duas vezes na semana.

Alimentos ricos em ferro

Fígado, gema de ovo, grão-de-bico, ervilha ou lentilha.

Esses alimentos todos possuem muito ferro e ajudam a manter as células do sangue saudáveis.

Por isso, são grandes aliados para levar nutrientes até o local da ferida.

Proteínas

É claro! As proteínas não poderiam ficar de fora.

Alimentos como carne magra, ovo, peixe, gelatina, leite e derivados auxiliam muito no pós-operatório.

Eles ajudam na formação do tecido que vai ser necessário para fechar a feridas.

Frutas cítricas

Frutas e legumes são importantes sempre, como já sabemos.

Mas depois de uma cirurgia, quem deve ganhar destaque são as frutas cítricas.

Pode ser laranja, morango, abacaxi ou kiwi.

Elas são ótimas porque ajudam na formação de colágeno, ou seja, ajudam a deixar a pele mais firme.

O que não comer

Além de todas essas dicas de o que comer, há alguns alimentos que devem ser evitados:

industrializados, doces, refrigerantes, frituras e carnes processadas como linguiça e salsicha.

 

A gordura e o açúcar dos industrializados aumentam a inflamação no organismo.

Além disso, dificultam a circulação do sangue

Evitando esses alimentos e investindo nos mais saudáveis é mais fácil de se recuperar depois de uma cirurgia

As dicas servem para todos, mas especialmente para idosos.

Quando a saúde está debilitada, não é momento para descuidar da alimentação.

Vivemos um momento em que o Brasil apresenta uma população idosa crescente. E a tendência é que esse número siga aumentando.

 

Prova disso são os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que aponta para 2060, quando a população brasileira deverá ter mais idosos do que jovens.

 

É considerada idosa toda pessoa com idade igual ou superior a 60 anos. A elas, é garantido o direito de envelhecer de forma saudável e digna.

 

Para isso, desde 2006, o dia 15 de junho marca o Dia de Conscientização da Violência Contra Pessoa Idosa.

 

A data foi estabelecida pela Organização das Nações Unidas (ONU) e visa sensibilizar a população quanto a este assunto.

 

A Organização Mundial de Saúde (OMS) diz que a violência contra a pessoa idosa consiste em ações ou omissões cometidas uma vez ou muitas vezes.

 

Dessa forma, essas ações negativas prejudicam a integridade física e emocional do idoso, impedindo o desempenho de seu papel social.

 

Diferente do que podemos imaginar, a violência não é somente física, ainda que essa seja a mais visível.

 

Ela consiste em, por exemplo, empurrões, tapas e até mesmo agressões com cinto e armas como faca ou estilete.

 

Mas existem outras formas de agressão tão prejudiciais quanto, que acabam sendo mais sutis e difíceis de perceber.

Negligência

O abandono é a forma mais extrema de negligência. Aqui cabe citar também a omissão de cuidados básicos por parte dos familiares ou instituições responsáveis.

Privação de medicamentos, descuido com a higiene e ausência de proteção contra frio ou calor… Tudo isso acaba interferindo no desenvolvimento físico e emocional do idoso.

Essa é uma das formas de violência mais comum, com maiores registros no Disque 100, o serviço de recebimento de denúncias contra violações de direitos humanos.

Psicológica

Preconceito, discriminação ou desprezo: tudo aquilo que pode afetar emocionalmente um idoso, também é uma forma de violência.

Inclui agressões verbais ou gestuais, com o objetivo principal de isolar a pessoa do convívio social.

Tal violência pode resultar até mesmo em depressão, uma das principais doenças mentais que atinge esse grupo.

Nessa idade, os sintomas de depressão podem ser confundidos com outras doenças.

Idosos que vivem em comunidade costumam ser menos atingidos do que aqueles que vivem internados em hospitais, mais solitários.  É preciso ficar atento.

Sexual

Não é apenas quando o idoso é obrigado a ter qualquer tipo de relação sexual.

Mas também quando ele é obrigado a assistir, ou a participar, de alguma maneira, de interações sexuais contra a sua vontade.

E para isso é usada força física, coerção, intimidação ou influência psicológica.

Econômica/financeira

O uso impróprio ou ilegal dos bens do idoso, assim como violação sexual, é crime.

Usar o dinheiro de pessoas idosas sem o seu consentimento também é uma forma de violência.

Isso pode atingir a saúde mental e afetar suas relações com a sociedade.

Autonegligência

Nesse caso, é o próprio idoso que se agride. O caso pode chegar a medidas extremas, como suicídio.

Automutilação também é uma forma de autonegligenciar-se. Dessa forma, o idoso ameaça sua própria saúde ou segurança, recusando os cuidados necessários.

Também nesse caso é preciso ficar alerta aos sintomas de depressão.

Como posso ajudar?

Violência contra idosos é preciso estar alerta como posso ajudar

Se possível, converse com a vítima, caso você esteja suspeitando de alguma violência.

Se a situação for confirmada ou a suspeita persistir, entre em contato com o  Conselho do Idoso, Ministério Público, Delegacia do Idoso ou Disque 100, com ligação gratuita.

Uma das queixas mais comuns são os maus tratos sofridos por idosos em serviços, como no transporte público.

Vale lembrar que o nome do denunciante é mantido em sigilo, mesmo sendo o próprio idoso violentado.

Em um sistema de saúde, será feita a notificação de violência e acionada a rede de atenção e proteção para o acompanhamento do caso.

É importante ficar atento: tanto os familiares, os profissionais ou mesmo amigos mais próximos.

Nem sempre as marcas são visíveis. Ainda assim, algumas lesões podem levar à internação hospitalar e até mesmo ao óbito.

Assim como a violência contra crianças é crime, com idosos o mesmo se aplica.

E os motivos para o crime também são parecidos, já que os dois grupos são formados por indivíduos mais frágeis.

Por isso, campanhas como o Dia de Conscientização da Violência Contra Pessoa Idosa são tão importantes.

É preciso alertar a sociedade para esse problema, como forma de prevenção. E até mesmo para atentar para sinais, além dos físicos.

Preste atenção nos idosos que fazem parte do seu convívio, esteja alerta. Denuncie casos de violência, sempre.

Com uma população que envelhece cada vez mais, é importante que saibamos cuidar uns dos outros, para que todos tenham uma vida digna e saudável até o último instante.

Muitas pessoas não sabem, mas as doenças intestinais tiveram um grande aumento nos últimos tempos.

Segundo uma pesquisa realizada pelo Conselho Federal de Medicina, as doenças intestinais cresceram 15 vezes mais nas últimas cinco décadas.

Mas o que pode ter contribuído para esse aumento? Esta é a grande questão.

Especula-se que as dietas de determinada maneira, podem ter sua contribuição para as doenças intestinais, pois mexem com os equilíbrios do corpo, mas não há como identificar exatamente qual o causador.

Então, agora vamos entender mais sobre as doenças intestinais? Boa leitura!

 

Doenças intestinais mais comuns

A doença de Crohn e a retocolite ulcerativa são as principais doenças intestinais inflamatórias, já outras doenças são mais raras.

E hoje vamos focar somente nessas duas, conhecendo os sintomas e entendendo a diferença entre as duas.

Os sintomas das duas doenças são diarreias, presença de muco e de sangue.

Mas além disso, na doença de Crohn, podem aparecer sintomas mais severos, pois ela é um pouco mais agressiva

- obstruções;

- fístulas;

- secreção na região do períneo;

- quadros dolorosos na região.

 

E na retocolite podem ocorrer:

 - emagrecimento;

- anemia;

- queda do estado geral.

 

Além de conhecer os sintomas, precisamos identificar quais as principais diferenças dessa doenças, para não criarmos confusões.

 

Diferença entre a doença de Crohn e a retocolite ulcerativa

A principal diferença entre as duas é a localização em que elas manifestam-se no organismo.

A doença de Crohn atinge o intestino grosso, reto, boca, estômago e intestino delgado.

Além disso, ela pode voltar com mais frequência e, até certo ponto, tornar-se uma doença mais grave, podendo levar até a perfurações intestinais.

Já a retocolite é restrita ao intestino grosso e ao reto. E não corre o risco de causar perfurações intestinais.

Como elas surgem

Não há nada definido, mas alguns especialistas acreditam que as doenças inflamatórias intestinais podem surgir da interação de quatro fatores fundamentais.

 

Ambiental: tabagismo, dieta, hábitos de higiene.

 

Genético: ocorrência familiar ou genes já identificados como estando implicados nas DIIs.

 

Microbiano: resposta anormal do sistema imunológico contra a microbiota intestinal.

 

Imunológico: a resposta imunológica é considerada a principal responsável pelo desenvolvimento da inflamação

 

Não são esses componentes isolados que irão explicar as doenças inflamatórias intestinais, mas sim a integração entre eles é que determinará como a doença se instalará e quais as suas características.

Com essas informações já é possível ter uma noção sobre as principais doenças inflamatórias intestinais.

Mas essas foram apenas algumas explicações.

É claro que é indispensável conversar com o seu médico e entender tudo o que você precisa saber sobre elas.

Esperamos que você tenha gostado e não esqueça de compartilhar com seus amigos.

O Parkinson é uma doença degenerativa que geralmente instala-se de maneira lenta e apresenta diversos sintomas além do mais conhecido, que são os tremores nas mãos.

Por isso, para lhe ajudar, separamos informações importantes e os principais sinais da doença.

 

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a doença de Parkinson atinge 1% da população mundial acima dos 65 anos.

E no Brasil, segundo o Ministério da Saúde, existem 200 mil pessoas que convivem com a doença.

A cura ainda não foi encontrada, mas existem experimentos sobre o tratamento com células tronco.

Para que você entenda melhor sobre a doença de Parkinson, continue lendo este post e você encontrará tópicos abaixo relacionados.

  • O que é a doença de Parkinson?
  • Causas da doença.
  • Tipos de Parkinson.
  • Principais sintomas.

Preparado? Entender sobre a doença pode ajudar familiares ou conhecidos que estão nessa situação. Vamos lá?

O que é a doença de Parkinson?

Citada pela primeira vez em 1817 pelo médico inglês James Parkinson, posteriormente sendo disseminada na literatura médica.

A doença de Parkinson é uma patologia neurológica crônica e progressiva que está relacionada com a diminuição da produção de dopamina.

A dopamina é um neurotransmissor que atua no envio de mensagens para partes do cérebro que controlam os movimentos e a coordenação motora.

Esse distúrbio nervoso ocorre geralmente na terceira idade, o que não significa que não existam casos precoces.

Causas da doença de Parkinson

A principal causa da doença é a diminuição da dopamina, pois sem sua atuação na região cerebral chamada de substância negra, há o comprometimento do controle motor.

As duas principais causas da doença, definidas por especialistas, são as que seguem.

Genética

É comum, quando um familiar possui uma mutação genética que desenvolve a doença, que ele transfira-a para seus descendentes. Não é definido, mas significa que existem chances.

O interessante é que existem exames capazes de detectar a possibilidade da transmissão hereditária da doença.

Ambiente

Uma pessoa também pode desenvolver Parkinson através do ambiente. Mesmo que seja menos comum, a exposição a toxinas e fatores ambientais pode provocar a doença.

Tipos de Parkinson

Muitas pessoas não sabem, mas além do Parkinson idiopático, que é o tipo clássico, existem outros tipos dessa doença.

Alguns deles são os aqui transcritos.

Demência com corpos de Lewy: atinge o funcionamento do cérebro, promovendo tremores, rigidez e alucinações.

Parkinson induzido por medicamento: algumas drogas podem bloquear o funcionamento da dopamina, provocando descontrole do sistema nervoso e sua forma de resposta.

Degeneração corticobasal: pode afetar processos mentais, personalidade e comportamento.

Parkinsonismo vascular: o caso é diagnosticado quando sintomas de derrame cerebral surgem espontaneamente, mas não progridem.

Tremor essencial: possivelmente hereditário, pode dispersar o tremor, que passa das mãos para a cabeça, pernas e tronco.

Atrofia de múltiplos sistemas: progressiva, a atrofia de múltiplos sistemas é originada da produção de uma proteína no cérebro, causando degeneração das células nervosas e desequilibrando funções.

Estas informações sobre os tipos de Parkinson foram extraídas do site Ativo Saúde. Você pode acessar, clicando AQUI para obter mais informações.

Principais sintomas

Os primeiros sintomas de Parkinson surgem gradativamente e geralmente são sutis, confundindo com sintomas clássicos de envelhecimento, passando despercebidos e dificultando o diagnóstico da doença.

Ao contrário do que muitas pessoas pensam, os sintomas de Parkinson não se limitam a tremores. Para lhe ajudar a identificar sintomas da doença, separamos cinco deles. Confira.

1. Perda olfativa

Esse sintoma é um dos iniciais da doença de Parkinson. Especula-se que cerca de 90% das pessoas que convivem com a doença não sentem cheiros e até mesmo têm alteração no paladar.

2. Noites inquietas

Devido aos remédios, dores no corpo e a ansiedade que essa doença desenvolve, é normal surgirem agitações durante o sono.

Os movimentos podem ser tão intensos, ao ponto de incomodar outra pessoa. É comum o indivíduo adormecer logo, porém acordar em seguida, comprometendo as horas cruciais de sono.

3. Voz baixa

Justamente pela doença afetar o movimento em diversos membros do corpo, atinge também a face, a garganta e a boca, fatores importantes para a fala.

Dessa maneira, com o tom e o timbre de voz afetados, a fala sai lentamente e mole, o que pode ocasionar isolamentos, com medo de exposição e constrangimento.

4. Hipotensão arterial

A hipotensão arterial é a queda súbita de pressão arterial quando a pessoa muda de posição ou levanta-se rapidamente.

Esse sintoma normalmente acontece devido à redução dos neurotransmissores, mas é preciso saber que existem também outros fatores para sua evolução, por exemplo

desidratação, sedentarismo ou uso de diuréticos e antidepressivos.

5. Constipação

O trato intestinal costuma tornar-se mais preguiçoso, resultando em um enorme desconforto no abdome, pois muitas pessoas sofrem com o sistema nervoso autônomo.

Por isso, é importante ingerir bastante líquido e ter uma dieta equilibrada, garantindo o bem-estar do “paciente”.

Entendeu melhor sobre Parkinson e sobre os seus sintomas? Esperamos que sim.

A doença de Parkinson pode parecer um pouco complicada de entender, mas na verdade não tem mistério nenhum e existem diversos tratamentos para amenizar as consequências.

O envelhecimento dos familiares não é apenas parte do seu ciclo de vida, mas também parte do ciclo de vida familiar.

Não há dúvidas que o cuidado domiciliar de idosos é mais benéfico e menos traumático do que mudar para um lar de idosos ou casas de repouso. Essa é a conclusão alcançada por pesquisadores americanos que indicaram que 87% dos adultos com mais de 65 anos querem ficar em casa para que possam viver tranquilamente seus anos.

Os adultos querem permanecer saudáveis ​​e independentes na velhice, mas os métodos tradicionais de cuidar de idosos doentes em casas de saúde comprometem seriamente a autonomia dos pacientes e pioram sua qualidade de vida. Muitos filhos temem que seus pais idosos estejam em alto risco de solidão e isolamento. No entanto, se você permitir que as pessoas envelheçam no local de residência, fornecendo-lhes ajuda qualificada conforme necessário, isso fortalecerá muito mais seu estado emocional. 

A maioria das pessoas não precisa e não quer ser transferida para lares de idosos. Porém, é preciso de um planejamento muito bem estruturado para que seu familiar desfrute de um envelhecimento saudável em casa.

Aqui estão algumas dicas para ajudar a superar este estágio difícil da vida.

1. Respeite a decisão de seu familiar idoso e dialogue sobre suas necessidades

Não tenha medo de discutir este assunto com seus familiares. Nunca é tarde demais para iniciar uma conversa franca! 

O envelhecimento é normal, mas alguns tabus infelizmente são criados a respeito da idade e do estilo de vida do idoso.

Pergunte a seus pais o que é importante para eles. Ouça as respostas com cuidado. Seu pai idoso deve sentir que foi ouvido e seus desejos devem ser valiosos para você. 

Com os familiares que estão envelhecendo é necessária uma abordagem cuidadosa e sincera. É importante que sua privacidade e suas vontades sejam respeitadas. Seus pais podem dizer que não se sentem seguros em dirigir ou podem ter dificuldades em admitir isso. 

Na maioria dos casos, os idosos querem ficar em casa o maior tempo possível, pois o seu lar traz uma sensação de conforto e segurança. As pessoas mais velhas são mais resistentes às mudanças e a maneira mais fácil de entender quais transformações precisam ser feitas é olhar para os olhos dele.

2. Questões de segurança para o envelhecimento em casa

As pessoas mais velhas às vezes são muito confiantes e ao mesmo tempo frágeis, como crianças pequenas. É importante inspecionar a casa do seu familiar amado e encontrar tudo o que possa ser perigoso. Então, você poderá providenciar todas as mudanças necessárias para evitar acidentes. 

Os principais perigos domésticos que podem afetar pessoas mais velhas estão associados a um maior risco de quedas e lesões. Nossa tarefa é fazer todo o possível para garantir a vida e o bem-estar de uma pessoa idosa. 

Infelizmente, os ferimentos entre idosos são muito freqüentes e hematomas e fraturas são os mais comuns entre eles.

A capacidade do nosso corpo de se regenerar diminui com a idade. O arranjo dos móveis da casa ou apartamento e o chão do banheiro molhado são as principais causas dessas quedas. 

Verifique os pisos em todos os cômodos, assim como os tapetes de banho e dos quartos e certifique-se de que não estão escorregadios. Se necessário:

  • Cubra os tapetes com fita antiderrapante e jogue fora tapetes irregulares;
  • Espalhe tapetes antiderrapantes em áreas onde há frequentemente chão escorregadio (por exemplo, banheiro e cozinha);
  • Aplique um revestimento antiderrapante nas escadas. Verifique se todos os móveis estão estáveis, conserte ou substitua todos os ítens instáveis. A modernização da casa pode facilitar o banho, o ato de se vestir e o deslocamento dentro de casa.

Não será excessivo lembrar seus pais de tempos em tempos para ficar em casa com o mau tempo, pois o risco de escorregar e cair durante a chuva é sempre muito grande. Se possível, é melhor acompanhá-lo(a) em passeios, compras e a consultas médicas. 

Inclua também, em seu celular, os números de outros parentes, vizinhos e serviços de emergência.

3. Um plano para fazer mudanças diárias

Você pode recomendar a participação de seu familiar idoso em diferentes eventos e cursos. Isso não apenas trará emoções positivas de sociabilidade ao conhecer novas pessoas, mas também trará alegria a partir da percepção de que ainda podem fazer por eles mesmos, sentindo-se úteis e traçando novas habilidades e metas.

Hoje em dia, muitos centros de proteção social, shoopings, praças públicas e outros espaços organizam atividades de lazer e entretenimento para idosos, oferecendo aulas, oficinas e shows para eles.

Um dos fatores de preservação da memória, da clareza e da consciência entre os idosos é o desenvolvimento de algo novo - novas técnicas artesanais, novos conhecimentos e até mesmo treinamento em informática. O cérebro engajado na aprendizagem envelhece mais lentamente e esse fato não deve ser negligenciado. 

Trancar uma pessoa idosa em casa, a fim de evitar problemas é uma decisão extrema e errada, pois privá-las de novas impressões e de manter o convívio social podem aumentar a ansiedade e gerar depressão. Todos nós necessitamos sair para o mundo e manter ao máximo nossa rotina, mas com a idade é necessário de mudanças e precauções simples. 

4. Atendendo à necessidade de comunicação

Para os idosos, a solidão está associada a uma diminuição das atividades de convívio social devido à incapacidade de lidar com perdas (afastamento do emprego, mortes de familiares, amigos e pessoas próximas) ou inabilidade em se adaptar a essas dores, e não à falta de contatos sociais.

A velhice é frequentemente um período em que tanto a ajuda quanto o apoio são necessários para sobreviver. Este é o principal dilema. A auto-estima, a independência e a assistência, dificultando a implementação desses sentimentos, chegam a uma trágica contradição. Tente visitar seus pais com mais frequência. 

O que pode ser feito em momentos de visita? Não o ensine, seja um ouvinte, um parceiro de entretenimento, um amigo compreensivo, abandone o celular. Aqueles que respondem ao estado emocional, respondem para serem ouvidos também. Chame-os! Você ainda precisa restaurar todos os laços sociais quebrados e fortalecer os laços familiares. 

5. Dê-lhes opções de cuidado

É muito importante conversar com os pais sobre quais opções de cuidados estão disponíveis para ele em casa. É claro que cuidar de idosos doentes é ainda mais difícil e, portanto, é pouco provável que vizinhos ou conhecidos desempenhem as funções de enfermeiros ou técnicos de enfermagem. 

Portanto, a margem de escolha é pequena: ou contratar profissionais qualificados e experientes ou ter muitos problemas.

Técnicas de enfermagem e enfermeiras são profissionais com qualificação, que passaram por uma formação (curso técnico e superior) e um treinamento especial e estão cientes de todas as nuances do cuidado para pessoas mais velhas.

Esta não é uma profissão fácil, pois além da experiência profissional e formação acadêmica é necessário de paciência, trabalho duro, senso de humor, compaixão e empatia.

Para casos de menor complexidade, os cuidadores de idosos são uma categoria profissional cada vez mais exigida pelo mercado. Em geral, possuem curso de formação e experiência com cuidados de familiares e/ou como profissionais contratados por famílias e empresas de home care e de cuidadores de idosos. Saiba mais sobre os deveres e diferenciais que um cuidador de idosos deve ter, antes de contratá-lo!

Para saber as principais diferenças entre as atribuições de Cuidadores e Técnicos de Enfermagem leia a tabela abaixo:

Principais Funções Cuidador Técnico de Enfermagem
Promover a higiene completa do cliente ü    ü   
Auxiliar na caminhada e na mobilidade do assistido ü    ü   
Administrar medicamentos prescritos via oral ü    ü   
Conduzir o assistido em atividades sociais ü    ü   
Acompanhar o assistido em consultas e exames ü    ü   
Incentivar o autocuidado ü    ü   
Manter o ambiente limpo e organizado ü    ü   
Propiciar conforto físico e psíquico ü    ü   
Verificar sinais vitais ü    ü   
Aferir pressão ü    ü   
Prevenção de lesão de pressão ü    ü   
Limpeza e troca de curativos ü    ü   
Alimentação através de sonda   ü   
Administrar medicamentos injetáveis   ü   
Limpeza de estomas   ü   
Aplicar insulina   ü   
Manutenção de oxigenoterapia   ü   
Cuidar de recém-nascidos e crianças especiais   ü   

 

 

     Cubra os tapetes com fita anti-derrapante e jogue fora tapetes irregulares;

     Espalhe tapetes antiderrapantes em áreas onde há frequentemente chão escorregadio( por exemplo, banheiro e cozinha);

     Aplique um revestimento antiderrapante nas escadas. Verifique se todos os móveis estão estáveis, conserte ou substitua todos os itens instáveis. A modernização da casa pode facilitar o banho, o ato de se vestir e o deslocamento dentro de casa.     

Nunca se sabe quando, mas em algum momento de nossas vidas, nos deparamos com algum familiar querido adoecido, acamado ou em recupeção após uma cirurgia.

 
Quando adoecemos, o hospital é o primeiro lugar que queremos chegar e o último que desejamos permanecer.
 
Sabemos da importância do acompanhamento médico, mas é necessário saber também acerca dos riscos que o paciente fica exposto durante o período de internação. Infelizmente, as infecções são cada vez mais comuns devido ao contato com vírus, fungos e bactérias presentes no ambiente hospitalar.
 
Não se trata de um risco qualquer, mas segundo o relatório da Organização Mundial da Saúse (OMS) sobre Prevalência de Infecção Relacionada à Assistência a Saúde (1995-2010), o Brasil destaca-se negativamente, com um índice de infecção de 14%, o que significa em números absolutos cerca de 100 mil mortes por ano no país diretamente associadas as internações hospitalares.
 
A infecção hospitalar já é a quarta maior causa de mortes no mundo.
 
E isso não é tudo, segundo reportagem da Folha, somente 1% dos hospitais brasileiros possuem normas rígidas contra infecções, o que facilita e muito os riscos de infecção.
 
O relatório da ONU, intitulado "Delivering quality health services" diz que é uma realidade cada vez mais comuns em todos os países, independente do seu nível de desenvolvimento:
  • Erros de medicação;
  • Tratamentos inadequados ou desnecessários;
  • Práticas clínicas inseguras;
  • Falta de treinamento de profissionais da saúde.
 
No entanto, a infecção hospitalar é evitável ou seus riscos podem ser minimizados com boas práticas de controle.
 
Cerca de 70% dos casos poderiam ser evitados com medidas simples como higienizar corretamente as mãos.
 
A OMS recomenda que a higiene correta das mãos deve ser realizada da seguinte maneira: as mãos devem ser umidecidas com álcool gel, em seguida, esfregam-se bem o dorso, a palma, os dedos e os interdígitos, isto é, o vão dos dedos. É preciso tomar cuidado também com a área embaixo das unhas mais longas, deve ser colocado álcool gel e esfregado abaixo delas.
 
 
Fontes: 
 
 

Embora o trabalho de um cuidador varie com diferentes tarefas a cada dia, há algumas tarefas básicas que permanecem as mesmas quando se cuida de um pai, mãe, um ente querido ou ainda um cliente que tenha contratado o serviço de assistência domiciliar.

Dê uma olhada nos 7 deveres principais de um cuidador para aprender mais sobre as responsabilidades que resultam do cuidado e conheça também um diferencial que distingue um cuidador comum de um cuidador excepcional:

1. Avaliar as necessidades médicas

Seu familiar idoso precisa de ajuda com o controle da dor ou possui alguma doença crônica? Aferir pressão, verificar sinais vitais, estar alerta para emergências e atendimento de primeiros socorros são deveres básicos de qualquer cuidador.

2. Ajudar com necessidades básicas

Ajudar o idoso com suas necessidades básicas, que podem incluir: banho, higiene pessoal e lazer. O cuidador também pode ajudar o idoso fazendo suas compras, monitorando sua alimentação diária de acordo com a dieta prescrita por um nutricionista, observando possíveis restrições alimentares ou ainda preparando suas refeições.

3. Elaborar um Plano de Cuidados

É atribuição do cuidador estimular o idoso a praticar o autocuidado. Criar um plano de cuidados que atenda as principais fragilidades do assistido e esteja de acordo com as possibilidades e limites da sua rotina diária.

4. Monitorar a medicação

Monitorar a medicação de acordo com a prescrição médica, estimulando e educando o idoso para as necessidades, funções, dosagens e freqüência do tratamento.

5. Garantir a mobilidade

O idoso que possui problemas de mobilidade pode ter dificuldades de deslocar-se até o quarto ou ao banheiro. O cuidador deve estar sempre preparado para ajudá-lo a se locomover e deixá-lo confortável.

6. Acompanhar às consultas médicas

Acompanhar o seu assistido para consultas médicas e outras atividades é um dever comum de cuidadores de idosos e a companhia de um profissional nesse momento é de suma importância para que o idoso chegue no horário agendado e não falte aos seus exames médicos.

7. Escrever um relatório Diário

O cuidador deve escrever diariamente um relatório detalhado sobre a evolução clínica do assistido. Neste documento deve estar relatado todo o cuidado prestado ao idoso e as intercorrências que ocorreram durante a jornada do plantão. Desta forma, todos os outros profissionais envolvidos no cuidado, bem como os familiares do assistido conseguem acompanhar o quadro clínico e o seu dia a dia.

O Diferencial

Carinho e Empatia

No meio de todos esses deveres, é fácil esquecer de uma das partes mais importantes do cuidado – o carinho e a empatia. 

As diversas tarefas e funções que envolvem a assistência domiciliar, além do tempo dedicado ao cuidado de outros seres humanos criam elos afetivos e um envolvimento entre profissionais da área, família e o cliente assistido.

Sem o desenvolvimento do afeto, o cuidado estará incompleto, pois as relações de cuidado requerem laços humanizados, onde o carinho e a participação da família tornam-se essenciais.

A capacidade de se colocar no lugar do outro, entender em que momento o idoso se encontra e ser capaz de estar presente ao lado dele compartilhando de suas dores e de seus sorrisos, de suas frustrações e de suas alegrias e compreendendo suas possibilidades e seus limites é uma virtude que diferencia um cuidador comum de um cuidador especial.

Somente quem cuida sabe como é gratificante dar e receber carinho e faz disso sua profissão.

Institucional

A RioCare Cuidadores Profissionais é uma empresa que visa promover a melhoria da qualidade de vida e do bem-estar do cliente assistido. Para isso, somos formados por uma equipe multidisciplinar que busca sempre traçar o melhor acompanhamento de modo a preservar o seu maior bem: sua família.

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